Eu nunca fui desordeiro, não aceito que em democracia se façam desordens e actos de vandalismo; mas os levantamentos populares agora na ordem do dia, para lá de actos de excessos que visam apenas causar provocações à policia ( sendo quer esta habitualmente abusa de força excessiva, está-lhe na massa do sangue...) são um sinal positivo.
São sinal de que a democracia renasce sempre que se seguem períodos de atropelamento da vontade popular. E neste Governos ocidentais a direita tem vindo a reforçar atitudes que falam de menos liberdade, aliás o que o cabeça de palha americano tem andad a propalar e serve de incitamento. Gostei de voltar a ver as assembleias populares realizadas nos locais onde a polícia tem vindo a intervir, e onde se dicidiu o que a maioria propõe.
Este problema da habitação é gritante, arrasta-se há décadas sem que qualquer Governo tenha feito o que devia; António Costa foi um dos responsáveis pelas politicas sem eira nem beira, ele pode ser um grande político porque tem manha e jeito para isso, como está a mostrar no Conselho Europeu, mas foi e é um mau governante. Enquanto esteve dependente da geringonça nadfa fez, e quando teve a amioria absoluta foi um desastre.
O Estado tem que ter mão um número grande de habitações publicas para os mais desfavorecidos; mas também a classe média masi baixa precisa de programas que lhes permita ter uma habitação condigna, e aqui é o Estado que deve dar meios aos proprietários.
Eu posso ser acusado de situacionista do Estado Novo, o que não +e verdade para que me conhece,. mas existiu nessa altura um programa para a baixa classe média que foi muito eficiente, e de que neu emmso usifrui. Era um programa de renda limitada, os proprietários que entrassem nesse programa tinham grandes benefícios fiscais,
Era a renda de 1.110 escudos; eu acabara de me licenciar, era engº de 3ª classe com um pequeno salário, e aquele valor da renda para um casal jovem permitia perfeitamente ter uma vida equilibrada.
Porque não haver agora um programa semelhante? Serão precisas medidas revolucionárias ?
Ora em Berli, onde as esquerdas ganharam as eleições, propõem-se agora, sobretudo na parte leste que esteve sob domínio da RDA, expropriar 200.000 mil casas de grupos financeiros de investimentos que as compraram, a seguir à queda do muro, por preços muito baixos, deixando a esses grupos continuarem na posse de uns milhares de habitações para os seus negócios.
É uma medida perfeitamente razoável que vai dar possibilidsade ao Estado de oferecer casa de renda limitada a camadas mais desfavorecidas.