terça-feira, 3 de novembro de 2026

 Estamos  a atravessar um tempo extraordinário se olharmos para a maior parte da Humanidade e dos Governos e regimes  que a  regem. Esta noite decide-se uma boa soete do mundo com a perda- espera-se perda - do poder do "cabeça de palha" que dirige a maior potência do mundo - EUA.

A este junta-se a possibilidade da rutura do Poder dos sionistas fascistas de Israel,  responsáveis por terem mentido a Trump e convencido este grande pateta de que seria facílimo derrotar o Irão.  E responsáveis por uma nova versão do Holocausto  só que agora sobre o pobre povo da Palestina, que sempre ali viveu e não tem outra Pátria.

Por causa deste dois  energúmenos, Netanyahu e Trump, o mundo atravessa uma das piores crises económicas, sociais e culturais de sempre, que pode  levar o Mundo ao desastre - só comparável aos anos 30 do século passado com a ascensão dos fascismos que conduziram à guerra mundial .

Há uma reacção a estas ameaças, um pouco por todo o mundo, veremos que força se consegue erguer para travar o desatre. No Brasil Lula lá ganhou, mas ele é como o eucalipto, seca tudo em volta e com a idade que tem já deveria ter fomentado o aparecimento  de outros   possiveis substitutos  que possam vir a suceder - mas substitutos com  credibilidade e capacidade, nada de meninos de cartão do Partido.  

Em Italia a Meloni, sem deixar de ser da extrema direita, lá vai compondo a politica com sensatez e arredando-se de Trump e de Putin, e tomando partido, por exemplo,  pelo Zelensky e pela sorte da Ucrânia.

Mas a Europa - quer queiram, quer não-   é o continente historicamente que mais progrediu em termos de ideias de sociedade no sentido da liberdade,_apezar de aqui ter aguentado os piores extremos do fascismo e do nazismo . Mas é aqui que se formam sempre os grandes ideais e as grandes promessas de futuro - por isso é cobiçado  por todo o mundo, é para aqui  que os emigrantes querem vir.

E  na Europa já se estão a movimentar os povos, por vezes de forma violenta como em França, mas um pouco por todo o lado, até em Portugal. Acredito no papel redentor destes movimentos  populares que escapam aos partidos políticos, misturando gente de várias classes sociais -- querem um  melhor futuro, é tudo ! vale a pena continuar  a pensar nestas coisas...